O impacto da pandemia pela qual estamos atravessando é notório em todos os setores da economia.

A transformação do mercado causada pela COVID-19 é abrangente e todas as esferas de mercado tiveram que se reinventar buscando inovação e até mesmo maior urgência.

Se antes de tudo isso acontecer, o setor de logística já vinha passando por uma ascensão gigantesca com o constante aumento de e-commerces, à partir de agora, tudo foi muito mais intensificado. O consumo nessa área que necessita dos serviços de transportes agora é muito mais abrangente até mesmo no perfil do cliente, e todo o setor logístico teve de adotar novas medidas para conseguir abarcar todas as mudanças.

Para poder compreender e digerir todas essas transformações, foi necessário que as empresas do setor tomassem a gestão do tempo como grande prioridade. É evidente que a preocupação com os prazos sempre foi uma condição fundamental dentro da logística, porém a gestão teve de tomar novos rumos.

Cada novo processo teve de passar a ser absolutamente esmiuçado para poder ser posteriormente entendido como um todo. Assim, pôde ser garantida toda a eficácia no controle de fluxo de matérias primas, garantindo a segurança de profissionais envolvidos (já que seu trabalho foi extremamente intensificado), e assegurando as entregas em seus devidos prazos.

Com todo esse aumento repentino no fluxo de encomendas, a correria para suportar tamanha demanda tomou conta de modo abrupto em todos os setores de logística, e algumas medidas até então paliativas tiveram de ser tomadas. É importante ressaltar que pelas novidades apresentadas pelo “novo normal”, foi preponderante que essas ações – até aquele momento apenas remediadoras – tomassem forma e passassem a funcionar de maneira definitiva.

Um dos pontos que mais tiveram evidência durante esse período, foi a vulnerabilidade de depender de apenas um grande centro fornecedor de matéria prima. Tomemos como exemplo os países asiáticos que até agora têm seus envios suspensos por meios aéreos para o Brasil.

Encontrar provedores alternativos e fora do grande mercado passou a ser fundamental para continuar a produção de quaisquer produtos. A tendência com isso é que os produtores de menor porte sejam mais valorizados e aconteça uma divisão maior na rede de produção de matérias prima, tornando assim, o processo de fabricação do produto final muito mais ágil.

Um fato que pode ser facilmente constatado é o de que as empresas que prestavam maior visibilidade ao seu setor logístico, tiveram maior êxito ao suportar a crise. Todo o mapeamento feito por uma boa companhia do setor ajuda a detectar rapidamente os maiores descompassos de gestão, e criando obviamente a melhor solução em termos de produção

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